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Facebook vai expor mais de 3000 anúncios pagos pela Rússia para influenciar eleições norte-americanas

22 de setembro de 2017

Convocado para depor perante o Congresso dos Estados Unidos, o Facebook resolveu revelar mais de 3000 anúncios que teriam sido adquiridos pela Rússia, para influenciar as eleições norte-americanas do ano passado.

Em um vídeo transmitido ao vivo da rede social, Mark Zuckerberg detalhou como irá funcionar essa colaboração entre sua empresa e a investigação que está sendo conduzida por uma comissão da Câmara.

“Eu me importo profundamente a respeito do processo democrático e em proteger nossa integridade”, afirmou o fundador e CEO do Facebook. “Eu não desejo que ninguém utilize nossas ferramentas para minar a democracia – não é por isso que nós nos levantamos”. A mudança de postura da empresa vem em decorrência da pressão do Congresso diante da suspeita da ação de estrategistas russos na propagação de notícias falsas, perfis de fachadas e divulgação de contrainformação para manipular a opinião pública.

Até recentemente, o Facebook buscava minimizar o impacto do mal uso de sua plataforma por agentes hostis, enquanto buscava implementar mecanismos que protegessem a rede social de ações similares no futuro. Duas semanas atrás, confrontada com provas, a empresa finalmente admitiu a possibilidade de que cerca de 3.000 anúncios publicados no Facebook teriam origem ligada a operadores russos. Agora, diante da convocação do Congresso, Zuckerberg capitula e anuncia um amplo programa de colaboração para chegar ao fundo da questão e evitar novos incidentes.

Através de um plano de nove passos, o Facebook irá:

  1. Trabalhar em conjunto com o governo federal nas investigações.
  2. Conduzir sua própria investigação sobre o que aconteceu durante as eleições norte-americanas de 2016.
  3. Tornar anúncios de conteúdo político mais transparente para o público, permitindo, inclusive, que qualquer usuário possa visualizar todos os anúncios de um determinado anunciante espalhados pela rede social.
  4. Reforçar seu próprio mecanismo interno de análise para anúncios de conotação política.
  5. Ampliar seus investimentos em segurança e integridade.
  6. Ampliar parcerias com comissões eleitorais em diferentes mercados ao redor do mundo.
  7. Ampliar o compartilhamento de informações sobre ameaças com outras empresas de tecnologia.
  8. Trabalhar proativamente para fortalecer o processo democrático.
  9. Especificamente ajudar a reforçar a integridade das vindouras eleições alemãs.

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