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É preciso aprender novas linguagens de programação?

22 de agosto de 2014

No Brasil, o setor de software tem crescido muito nos últimos anos. Entre 2008 e 2012, os dois segmentos que tiveram crescimento mais expressivo em ofertas de emprego foram: desenvolvimento de programas de computador sob encomenda, que passou de 46,6% para 62,1%; e consultoria em tecnologia da informação, que aumentou de 44,8% para 54,6%, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Seade, no segundo bimestre de 2014.

O estudo aponta ainda que o município de São Paulo é o principal polo do setor de software, que conta com 46% do total dos empregados. Em 2013, enquanto o PIB nacional aumentou a uma taxa de 2,3%, a área avançou 5,3%. Vale ressaltar que os profissionais de software e serviços de tecnologia da informação destacam-se pelo elevado nível de instrução, que tem o percentual de 47,4% com formação superior: graduação e pós-graduação.

Neste cenário, podemos entender o porquê os programadores sempre estão atrás das novas linguagens e atentos às mudanças. Se as linguagens mudam, os profissionais da área precisam se atualizar para não perderem oportunidades de carreira. O mercado de trabalho é muito competitivo e quem não se aperfeiçoa fica para trás. Constantemente, as empresas de tecnologia inovam e a mais recente foi a anunciada pela Apple, que trouxe a Swift, uma nova linguagem de programação para iOS e OS X, que chega para substituir a Objective-C.

Equipe de Desenvolvimento da Zynga (Produtora de Jogos Casuais)

Equipe de Desenvolvimento da Zynga (Produtora de Jogos Casuais)


Nesta vertente, não podemos esquecer as ferramentas de desenvolvimento automático de sistemas. Elas se diferenciam por deixar de lado a codificação e apostar na descrição do programa. Será que a adoção desta ferramenta não seria uma saída inteligente para a criação de muitos sistemas/aplicativos? Na minha humilde opinião, sim. Com essa ferramenta, os desenvolvedores não precisam aprender a linguagem de programação vigente e podem se dedicar a tarefas mais importantes da criação de um software.

Além disso, essas ferramentas automáticas permitem criar programas para linguagens e plataformas diferentes de uma só vez. Isso representa uma grande economia de tempo e dinheiro, pois não é necessário desenvolver uma versão exclusiva para iOS e outra para Android, o aplicativo já é criado em uma variante que pode se adaptar a qualquer sistema. Ao invés de várias linhas com código, o programador vê o diagrama e sempre que arrastar uma coluna, uma ação acontece.

Em meio a tantos benefícios, eu me pergunto: por que as empresas de desenvolvimento de sistemas não apostam nesta ferramenta? Porque ainda não automatizamos esse processo? Qual é o motivo da resistência? Sendo assim, fica a questão: será que realmente é preciso programar?

Contribuição de Gerardo Wisosky, country manager Brasil do GeneXus International – empresa que desenvolve GeneXus – ferramenta de desenvolvimento de sistemas que permite criar aplicativos para as linguagens e plataformas mais populares do mercado, sem necessidade de programar.

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