Meitu se posiciona sobre a polêmica da privacidade

Depois da polêmica envolvendo o aplicativo Meitu, a empresa chinesa se manifestou sobre a questão e prometeu um plano global para melhorar a transparência de seus produtos.

Com mais de 1.1 bilhão de dispositivos móveis rodando pelo menos um aplicativo de seu catálogo, a Meitu quer se tornar também líder no quesito privacidade.

“A crescente preocupação com a privacidade dos usuários e a coleta de dados é um desafio para os desenvolvedores de aplicativos, não só na China, mas em todo o mundo”, disse Frank Fu, vice-presidente executivo e diretor global da Meitu. “Como uma empresa sediada na China, Meitu tem desafios técnicos a superar. Mas como mais de 430 milhões de nossos usuários residem fora da China devemos ir além de simplesmente ser compatível com as políticas de loja de aplicativos e focar no que é certo para os consumidores”.

Com essa determinação, a Meitu montou uma estratégia que incluirá um plano acelerado para realocar servidores fora da sede global da empresa na China. Atualmente a Meitu tem escritórios no Brasil, Hong Kong, Índia, Indonésia, Japão, Cingapura e Estados Unidos.

“Hoje, a Meitu coleta dados de clientes com o único propósito de melhorar a experiência de seus usuários. A empresa coloca a mais alta prioridade na privacidade do usuário, manipulando dados criptografados de forma segura e mantendo uma política rigorosa de não vender informações de usuários”, declarou a gigante chinesa em seu comunicado à imprensa. “Durante 2017, a empresa vai analisar, melhorar e agilizar seus processos de coleta de dados, ao mesmo tempo em que acelerará planos para expandir a capacidade do servidor além da China”.

Além da mudança de servidores, a Meitu também pretende incluir mais detalhes sobre as permissões de aplicativo e políticas gerais de dados do usuário em suas Políticas de Privacidade, assim como ter as permissões e processos de coleta de dados auditados independentemente.

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