Inteligência Artificial aprende a fazer “cantadas”…

Redes neurais, Inteligências Artificiais, algoritmos de aprendizado de máquina estão sendo alimentados com tudo hoje em dia: séries de TV, filmes de terror, romances baratos e muito mais.

Mas a pesquisadora Janelle Shane resolveu ensinar seu projeto a reconhecer, identificar e criar suas próprias “cantadas”.

Ela alimentou a rede neural com um banco de dados de “cantadas” e reconhece que foi difícil não colocar nada obsceno ou agressivo no sistema e a pesquisa foi árdua. Caberia aos algoritmos reconhecerem os padrões da linguagem, desmontar os elementos mais utilizados e criar suas próprias frases, que poderiam ser utilizadas para quebrar o gelo com aquela humana sozinha no bar e demonstrar, talvez, um sentimento romântico.

O sucesso da pesquisa é bastante questionável (para “melhorar” ainda mais, passamos as frases originais através do Google Translate, outro tipo de algoritmo…). Em alguns casos, parece que os algoritmos exageraram um pouco na bebida para tomar coragem:

  • Você é um 4loce? Por que você é tão gostosa!
  • Você deve ser um triângulo? Porque você é a única coisa aqui.
  • Ei, querida, você vai ser a chave? Porque eu posso suportar seu apito?
  • Você é uma câmera? Porque eu quero ver o mais bonito do que você.
  • Ei, querida, eu estou apaixonada por ter dado para sempre dizer isso por unidade.

Mas nem sempre a Inteligência Artificial peca por não compreender o significado das palavras e às vezes consegue chegar perto de ser “adorável” (ou talvez seja obra do acaso):

  • Você é tão bonita que você sabe o que eu quero dizer.
  • Se eu tivesse uma rosa para cada vez que eu pensasse em você, eu tenho um preço apertado.
  • Você é tão linda que me faz sentir melhor em te ver.

Mas os melhores resultados podem ser os mais diretos e a rede neural parece ter pressa:

  • Você se parece com algo e eu te amo.
  • Olá.

 

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